23/09/2020

Liberação de renda de consumidores de GD reinjetou mais R$ 4,7 bilhões na economia desde 2012, estima ABSOLAR

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Portal Solar

Montante representa o dinheiro que deixou de ser utilizado para pagar a conta de luz e foi redirecionado para outros fins

A renda economizada em tarifas de energia por consumidores que possuem sistemas de geração distribuída solar fotovoltaica (GD) contribuiu para mais de R$ 4,7 bilhões reinjetados na economia desde 2012, estima a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). Esse montante representa o dinheiro que deixou de ser utilizado para pagar a conta de luz e foi redirecionado para a compra de outros produtos, movimentando o comércio e a economia locais.

A entidade afirma que o valor foi calculado levando em conta dados oficiais sobre os diferentes portes de sistemas, modalidades de compensação, tributação, irradiação solar e tarifas de energia elétrica. A associação também calcula que a GD já gerou mais de R$ 4,4 bilhões em tributos ao país.

“Toda vez que uma unidade consumidora instala energia solar fotovoltaica, está gerando tributos aos cofres públicos, que ajudam os governos a investir em serviços essenciais, como educação, saúde, transporte e segurança. Os investimentos da geração distribuída solar fotovoltaica em equipamentos, prestação de serviços e salários também geram arrecadação”, apontou a ABSOLAR.

Em 2020, o Brasil superou a marca de 3 GW no mercado de GD. O volume considera sistemas de microgeração e minigeração em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. Recentemente, o país ultrapassou a marca de 6 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, número que leva em conta também as usinas de grande porte. De acordo com a ABSOLAR, a fonte já gerou mais de R$ 31 bilhões em investimentos privados no país, criando cerca de 180 mil empregos acumulados.

Ao final de 2019, o país ingressou no TOP 20 do ranking mundial da fonte solar fotovoltaica, assumindo a 16ª posição em termos de capacidade instalada em operação. Em 2017, o Brasil ocupava a 27ª posição, saltando para 21º em 2018 no ranking liderado pela China. Apenas no ano passado, foram adicionados 2.120 megawatts (MW), impulsionados pelo avanço da geração distribuída, que instalou 1.470 MW, e seguidos de 650 MW de geração centralizada (GD).
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