03/02/2021

Segundo CCEE, produção de energia fotovoltaica aumenta 10,4% na primeira quinzena de janeiro

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Reportagem publicada no Portal Solar 

De acordo com levantamento realizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a geração de energia solar fotovoltaica brasileira contou com um acréscimo de 10,4% na primeira quinzena de janeiro em relação ao mesmo período de 2020. Os números obtidos pelo boletim também indicam que, nesses primeiros quinze dias de 2021, a fonte somou 674 megawatts (MW), ao passo que, no ano anterior, totalizou 610 MW médios.

No mesmo período, as usinas eólicas passaram por um crescimento significativo de 89,5% quando comparado ao ano anterior, e as térmicas por um aumento de 23,3%. Entretanto, as usinas hidráulicas vivenciaram uma redução de 9,9% devido às dificuldades sofridas pelo cenário de hidrologia, que experienciou a escassez.

A pesquisa aponta que, em relação à primeira quinzena de 2020, a produção de energia elétrica do Brasil alcançou uma alta de 1,6% englobando as importações, cuja quantidade chegou a 1.205,66 MW médios. O consumo presenciou um crescimento de 1,1%.

Caracterizado por tornar possível a compra de energia elétrica por parte dos consumidores, diretamente das empresas comercializadoras e dos geradores, o Ambiente de Contratação Livre (ACL) manifestou, no mesmo intervalo, um incremento de 10,6%. Em contrapartida, em virtude dos impactos causados pela pandemia da Covid-19, o Ambiente de Contratação Regulado (ACR), no qual os consumidores obtêm energia das distribuidoras, sofreu uma redução de 2,8% na comparação anual.

Expurgando o reflexo das migrações entre os ambientes, nota-se uma diminuição de 0,8% para o ACR, ao passo que o ACL, consumindo 31,5% de toda energia elétrica produzida no Brasil, obteve uma alta de 5,8%.

O levantamento também investiga o consumo de alguns segmentos produtivos na primeira quinzena de janeiro levando em conta, nesse período, o expurgo das migrações de novas cargas entre ambientes. Com aumento de 24,7%, a maior relevância ficou para o ramo têxtil. Seguindo a tendência, estão os setores de veículos e extração de minérios, os quais, respectivamente, apresentaram altas de 18,9% e 17,4%. As principais retrações foram observadas nos setores de serviços e transportes, com porcentagens de -10,4% e -7,2%, respectivamente.
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