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Engemon aposta em baterias e mira leilão de capacidade

Criada há dois anos, unidade de negócio de energia se posiciona para aproveitar as oportunidades do promissor mercado de armazenamento no Brasil

Fonte: Canal Solar
Data: 15/05/2026
Autor: Wagner Freire

De olho no futuro leilão de capacidade com baterias, a Engemon Energy vem ampliando sua atuação no mercado brasileiro de armazenamento de energia e já acumula quase 170 MWh entre projetos instalados, em implantação e em desenvolvimento.

Criada há dois anos pelo Grupo Engemon, a empresa nasceu com foco em soluções de BESS (Battery Energy Storage System) e busca se posicionar em um segmento que vem ganhando relevância diante do avanço das fontes renováveis, do crescimento do curtailment e da necessidade de maior flexibilidade operativa no SIN (Sistema Interligado Nacional).

O mercado aguarda uma definição do MME (Ministério de Minas e Energia) sobre a realização do primeiro leilão de capacidade com baterias no Brasil, considerado estratégico para destravar investimentos em projetos utility scale e consolidar novas fontes de receita para o armazenamento.

Segundo Rafael Resende, head comercial da Engemon Energy, a companhia já vem se preparando tecnicamente para participar do certame.

“A gente tem um foco importante no leilão de capacidade com baterias. Já desenvolvemos estudos de dimensionamento das principais tecnologias disponíveis no mercado para ofertar soluções utility scale para investidores”, afirmou o executivo em entrevista exclusiva ao Canal Energia.

Atualmente, a Engemon Energy possui 79 MWh de capacidade instalada em projetos voltados aos segmentos comercial e industrial. Além disso, a empresa tem outros 10 MWh em fase de implantação e aproximadamente 80 MWh em desenvolvimento.

Um dos principais empreendimentos em andamento é a implantação de um sistema BESS de 16 MWh para a Marfrig, em Promissão (SP), considerado um projeto estratégico para a companhia.

A empresa atua como integradora de soluções, realizando desde o dimensionamento técnico até a implantação, comissionamento e manutenção dos sistemas.

“Entendemos as dores dos clientes, dimensionamos os projetos, avaliamos a viabilidade, executamos a implantação e fazemos toda a operação dos sistemas de armazenamento”, explicou Resende.

Segundo o executivo, a empresa também vem intensificando o relacionamento com fabricantes internacionais para acompanhar a evolução das tecnologias disponíveis no mercado global.

“A gente tem desenvolvido projetos básicos considerando blocos de 30 MW, que é a potência mínima inicialmente discutida para o leilão”, disse.

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