Portal exclusivo associados Participe English中文 (中国)

Fonte: Canal Solar
Data: 14/07/2026
Autor: Caique Amorim

Nesta terça-feira (14), no Papo Solar, Nicolas Tonolli, DG Sales Manager da LONGi Solar, e Hugo Leonardo, especialista em Energia Solar, Sistemas de Instalações Prediais e Engenharia de Segurança Contra Incêndio, discutem como as normas técnicas estão evoluindo, quais são os principais riscos em sistemas fotovoltaicos e quais tecnologias já existem para aumentar a segurança das instalações.

Durante o episódio, os convidados abordarão desde os requisitos de projeto e instalação até soluções de detecção, isolamento e combate a incêndios em plantas fotovoltaicas de diferentes portes.

Entre os destaques está o módulo fotovoltaico anti-fogo da LONGi, desenvolvido para atender aos requisitos da classe de segurança contra incêndio estabelecidos pela norma 17193, além de outras tecnologias voltadas à mitigação de riscos e à proteção das instalações.

Com mediação da equipe do Papo Solar, o debate mostrará por que a segurança deve acompanhar o crescimento da energia solar e como fabricantes, projetistas e integradores podem contribuir para um mercado cada vez mais seguro e confiável.

Empresa consolida atuação no mercado solar brasileiro ao unir visão de longo prazo, pioneirismo tecnológico e participação em iniciativas que levam energia e conectividade a regiões isoladas do país

Fonte: Gazeta da Semana
Data: 13/07/2026
Autor: Isabela Giacomini Capille

Com 68,6 gigawatts (GW) de capacidade instalada em operação no Brasil, a energia solar se consolidou como uma das principais fontes renováveis do país. Inserida nesse movimento desde os primeiros passos do setor fotovoltaico nacional, a NeoSolar completa 16 anos de atuação com uma trajetória marcada por pioneirismo, solidez e capacidade de antecipar tendências em um mercado dinâmico e altamente regulado.

Fundada pelos irmãos Raphael e Pedro Pintão em 2010, a empresa iniciou suas atividades como um e-commerce especializado em soluções para energia solar e, ao longo dos anos, participou de marcos relevantes para o desenvolvimento do setor no Brasil, como o primeiro projeto de energia solar On Grid homologado no estado de São Paulo e a fundação da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

Mais do que acompanhar a evolução do mercado, a NeoSolar construiu sua história baseada em três pilares: antecipação aos movimentos do setor, compromisso em atender às necessidades reais dos clientes e uma atuação pautada por precaução e sustentabilidade nos negócios. Essa combinação permitiu à empresa atravessar diferentes ciclos econômicos e manter um crescimento consistente, que garante a liderança como distribuidora de equipamentos no segmento Off Grid.

“A NeoSolar sempre teve como princípio antecipar movimentos e olhar adiante. Buscamos entender o que o mercado e os clientes precisarão nos próximos anos para oferecer soluções confiáveis, eficientes e alinhadas à realidade brasileira. Crescemos com responsabilidade, mantendo uma operação sólida e sustentável ao longo do tempo”, afirma Pedro Pintão, sócio-fundador da NeoSolar.

“Outro diferencial da companhia é a contribuição para o desenvolvimento técnico do setor fotovoltaico nacional. Ao longo dos anos, a empresa investiu na capacitação de profissionais, tornando-se referência na oferta de cursos e treinamentos voltados ao mercado de energia solar”, acrescenta o executivo.

Clique e leia a matéria completa!

Arrecadação do setor seria suficiente para financiar grandes obras e programas em todo o país; veja o que esse valor pagaria

Fonte: Canal Solar
Data: 14/07/2026
Autor: Henrique Hein

A energia solar já deixou de ser apenas uma alternativa para reduzir a conta de luz. Além de impulsionar a transição energética, a fonte também se consolidou como uma importante geradora de receitas para os cofres públicos.

Desde 2012, o setor já arrecadou mais de R$ 100,7 bilhões em tributos no Brasil, segundo dados divulgados pela ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica). 

No mesmo período, a fonte também atraiu R$ 320,4 bilhões em investimentos, gerou mais de 2,1 milhões de empregos verdes e evitou a emissão de 115,7 milhões de toneladas de CO₂ na atmosfera. 

Mas, afinal, o que representa uma arrecadação de pouco mais de R$ 100 bilhões aos cofres públicos do Governo Federal? 

Para se ter uma ideia da dimensão desse montante, a arrecadação gerada pela energia solar nos últimos anos seria suficiente para financiar grandes obras de infraestrutura e programas públicos em todo o país.

O montante equivale a mais de duas vezes o custo da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, um dos maiores empreendimentos de infraestrutura da história do Brasil, cujo investimento ficou em torno de R$ 40 bilhões. 

O valor também representa mais de 60% de todo o orçamento do Bolsa Família previsto para 2026, estimado na casa dos R$ 158,6 bilhões. A cifra também impressiona quando comparada a outras áreas do setor público. 

O valor seria suficiente para cobrir, por exemplo, mais de 40% de todo o orçamento anual do Ministério da Educação (R$ 233 bilhões) e mais de um terço do Ministério da Saúde (R$ 271 bilhões).  

Além disso, corresponde a mais de 16 vezes os investimentos previstos para o programa Luz para Todos, estimados em cerca de R$ 6 bilhões.

No setor habitacional, os R$ 100,7 bilhões permitiriam viabilizar a construção de cerca de 580 mil moradias populares, com custo médio de R$ 170 mil por unidade.

Já no segmento elétrico, esse mesmo montante seria suficiente para impulsionar a transição energética do país, financiando a construção de até 30 complexos solares de grande porte, com 1 GW de capacidade cada. 

Outro dado que chama atenção é que toda essa arrecadação corresponde a quase um terço dos R$ 320,4 bilhões investidos pela cadeia solar no Brasil desde 2012. Em outras palavras, para cada R$ 3,00 investidos no setor, cerca de R$ 1,00 retornou aos cofres públicos na forma de tributos.

Especialistas avaliam fatores que sustentam a alta nos contratos de médio e longo prazo, apesar da queda no curto prazo

Fonte: Diário do Comércio
Data: 09/07/2026
Autor: Juliana Sodré

Os preços da energia elétrica no mercado livre seguem em patamar elevado para contratos de médio e longo prazo, embora o mercado de curto prazo tenha registrado recuo nos últimos meses. A combinação entre a melhora das condições hidrológicas, maior geração de fontes renováveis e temperaturas mais amenas reduziu a pressão sobre o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD). No entanto, especialistas ouvidos pelo Diário do Comércio avaliam que alguns fatores continuam sustentando contratos acima dos níveis observados nos últimos anos.

Atualmente, conforme o conselheiro da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Felipe Sapucahy, os contratos de energia no mercado livre estão sendo negociados, em média, a R$ 320 por megawatt-hora (MWh). Um valor que é superior à média histórica, mas ainda considerado competitivo em relação ao mercado regulado, já que ainda proporciona economia para os consumidores. “É um patamar acima da média histórica, mas que ainda mantém o ambiente livre competitivo, oferecendo preços cerca de 12% inferiores aos praticados no mercado cativo”, afirma.

De acordo com Sapucahy, os preços permaneceram relativamente estáveis desde o início do ano, com oscilações próximas de R$ 10/MWh nos contratos futuros. Segundo ele, a ausência de mudanças regulatórias relevantes nos últimos meses e a melhora gradual dos reservatórios contribuíram para esse cenário. “O mercado tem acompanhado esse equilíbrio, mantendo uma expectativa mais estável para as contratações no curto e médio prazo”, destaca.

Contratos mais caros refletem mudanças

Há poucos anos era comum encontrar contratos com preços entre R$ 100 e R$ 150/MWh. Em 2026, porém, diversos contratos ultrapassaram R$ 300/MWh e, em alguns momentos, chegaram próximos de R$ 400/MWh. Para Sapucahy, esse movimento decorre da combinação entre um cenário hidrológico desfavorável ao longo do ano passado e alterações regulatórias implementadas na virada para 2026. “O cenário hidrológico mais desafiador ao longo de 2025 e as mudanças regulatórias que alteraram a dinâmica de formação de preços impulsionaram esse movimento”, afirma.

Clique e leia a matéria completa!

A Presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Bárbara Rubim, e o CEO da associação, Rodrigo Sauaia, reuniram-se hoje, 7 de julho, com o Deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), Presidente da Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados. O encontro teve como objetivo central debater os principais projetos de lei de interesse da energia solar fotovoltaica e do armazenamento de energia, que estão em tramitação na Casa.

Os representantes da ABSOLAR defenderam que a manutenção da segurança jurídica e da previsibilidade regulatória são fundamentais para a atração de novos investimentos privados ao País. A associação seguirá presente junto ao Congresso Nacional contribuindo tecnicamente para uma agenda legislativa que acelere a energia solar, o armazenamento e o hidrogênio verde como pilares do desenvolvimento do Brasil.

A ABSOLAR se reuniu, na segunda-feira (15) com o Diretor Gentil Nogueira, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para debater a terceira fase da Consulta Pública nº 45/2019, que visa regulamentar os cortes de geração das fontes de energia renováveis, entre elas, a solar fotovoltaica.

O encontro ocorreu logo após o órgão regulador anunciar a retirada do processo da pauta da 12ª Reunião Pública Ordinária (RPO). Segundo Nogueira, o adiamento ocorreu devido à ausência do Diretor Sandoval Feitosa, o que reduziria o quórum deliberativo para apenas três diretores. Com isso, o tema será votado em reunião extraordinária convocada para 22 de junho.

A ABSOLAR manifestou preocupação com a atual proposta da área técnica da agência reguladora, defendendo que o texto penaliza diretamente os agentes de geração solar fotovoltaica e eólica ao mantê-los no bloco 2 e aplicar o rateio compartilhado com as Usinas Hidrelétricas (UHEs) que possuem Energia Vertida Turbinável (EVT).

A reunião foi positiva e a interlocução com o Diretor Gentil Nogueira é estratégica, por ter perfil mais técnico e compreender bem a realidade dos agentes em relação aos cortes de geração, uma vez que foi o Secretário Nacional de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME) que conduziu boa parte da agenda dos cortes.

O Diretor foi sorteado para relatar o processo de regulamentação do constrained-off de solares, eólicas e hidrelétricas, tema estratégico para os agentes, após a aprovação da Lei nº 15.269/2025.

O segundo dia da missão empresarial da ABSOLAR e do Polo Sebrae de Energias Renováveis na China começou em grande estilo, com a cerimônia de Abertura da SNEC Smart Energy Expo 2026, em Xangai. O evento reúne os principais líderes, especialistas e empresas do setor solar fotovoltaico no mundo.

Para acompanhar os próximos passos da comitiva brasileira na Ásia, siga a ABSOLAR nas redes sociais. E para fazer parte da luta pela transição energética no Brasil, associe-se agora mesmo! Entre em contato – (11) 98943-4499 – ou acesse http://absolar.org.br/participe.

Em Xangai, na China, a ABSOLAR e o Sebrae iniciaram uma agenda de visitas técnicas e conexões estratégicas com grandes players do mercado de energia solar internacional.

Nossa comitiva foi recebida na fábrica da Hoymiles, onde tivemos a oportunidade de conhecer de perto as instalações da fábrica, o show room e a linha do tempo da empresa, além de conferir as soluções de armazenamento de energia em baterias.

Para acompanhar de perto nossos passos na China, siga as redes da ABSOLAR.

O evento “Armazenamento para Integradores” foi realizado no dia 21 de maio, em São Paulo (SP), e abordou discussões sobre tendências regulatórias, além de workshops sobre sistemas de armazenamento de energia elétrica (Battery Energy Storage System – BESS). Foram debatidas as aplicações práticas do armazenamento, integração entre baterias e energia solar fotovoltaica, novas oportunidades de mercado e perspectivas de crescimento do segmento no País.

A iniciativa, que contou com o Banco BV como anfitrião, faz parte da agenda estratégica da ABSOLAR para impulsionar o desenvolvimento do mercado de armazenamento de energia no Brasil, além de contribuir com os debates conduzidos pela Aneel sobre o avanço regulatório do setor.

Assista ao vídeo!

Data: 27/05/2026
Fonte: Agência Brasil
Autor: Andreia Verdélio

A Petrobras e a Pemex – empresa estatal mexicana de petróleo e gás – estão em negociação para uma parceria na prospecção e exploração de petróleo em águas profundas no Golfo do México, além de projetos conjuntos de refino e gás. De acordo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a colaboração está sendo articulada entre os governos brasileiro e mexicano.

Em evento em Manaus (AM), Lula contou que recebeu um telefonema da presidente do México, Claudia Sheinbaum, para manifestar o interesse na parceria. Segundo ele, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, irá ao México para tratar da cooperação. 

“Vamos fazer uma associação com a Pemex e vamos ao Golfo do México para ver se o companheiro Trump vai se meter com a Petrobras prospectando água a 2,5 mil metros [de profundidade]”, disse Lula, lembrando as ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de interferir em países latino-americanos.

Missões técnicas de ambas as estatais têm sido realizadas no México e no Brasil para avaliar a viabilidade geológica, reservas e adequações regulatórias na região. “A Petrobras é muito respeitada no mundo”, ressaltou o presidente.

Clique e leia a matéria completa!

Receba o infográfico exclusivo

Preencha os dados abaixo e receba em seu e-mail.




    Receba o infográfico exclusivo

    Preencha os dados abaixo e receba em seu e-mail.




      Receba o infográfico exclusivo

      Preencha os dados abaixo e receba em seu e-mail.