GUANGZHOU, China, April 17 — Gokin Solar, a major global manufacturer of high-efficiency silicon wafers, and AIKO, a global leader in BC (Back Contact) solar technology, have officially inked an upgraded strategic cooperation agreement to accelerate the large-scale commercialization and technological advancement of back contact (BC) solar technology. Held in Guangzhou on April 17, the signing ceremony saw Gokin Solar Vice General Manager Zhou Ying and AIKO Sales Director Rui Long signing the pact on behalf of their companies.
Advancing BC solar technology to build competitiveness
BC technology is widely regarded as the next frontier in photovoltaic efficiency, pushing the boundaries of crystalline silicon cells toward their theoretical limit of 29.4%. Beyond its high conversion efficiency, BC technology offers enhanced reliability and a sleek aesthetic that is increasingly favored in high-end global markets.
The collaboration leverages the complementary strengths of two powerhouses in the solar industry. Gokin Solar contributes its world-class expertise in silicon wafers and expanding BC module manufacturing capacity, while AIKO brings its strong R&D foundation, proven mass production capabilities and extensive patent portfolio in BC cells. Together, the two companies aim to strengthen their competitive edge in the BC ecosystem.
Deep synergy: Integrating the value chain to accelerate adoption
Under the agreement, Gokin Solar and AIKO will expand collaboration across the entire wafer-cell-module value chain:
· Technical and process synergy: Co-developing BC technology roadmaps with a focus on optimizing low-silver and silver-free processes to enhance performance and reduce costs.
· Capacity and supply chain synergy: Integrating capacity planning and raw material sourcing to build a stable, cost-effective and resilient supply chain.
· Market and channel synergy: Leveraging global customer networks to expand the use of high-efficiency BC modules and consolidate market leadership.
A shared commitment to a sustainable future
This partnership underscores a shared conviction in the long-term potential of BC technology. For Gokin Solar, this collaboration is a key step in its strategic pivot toward high-efficiency modules. Through the integration of industrial resources, Gokin Solar is poised to drive the widespread adoption of BC technology and contribute to a more efficient, low-carbon and sustainable global energy future.
Web:https://www.gokinsolar.com/en

Presidente do conselho da entidade, Bárbara Rubim, defende ampliação do diálogo institucional no setor elétrico e soluções estruturais para desafios como cortes de geração, inversão de fluxo e expansão da infraestrutura elétrica
Data: 09/05/2026
Fonte: ABSOLAR
Autor: Thiago Nassa

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) inicia um novo ciclo de gestão com uma agenda alinhada aos desafios atuais do setor elétrico nacional. À frente do Conselho de Administração da entidade, Bárbara Rubim, assume com o compromisso de colaborar com a modernização tarifária, ampliar o diálogo institucional, garantir sustentabilidade no setor fotovoltaico e promover a integração entre tecnologias e soluções estruturais que tragam respostas efetivas aos cortes de geração (curtailment), à inversão de fluxo de potência e à expansão da infraestrutura elétrica.
Os compromissos da entidade foram anunciados durante a cerimônia de posse do novo Conselho de Administração no mandato 2026-2030, realizada no dia 07/05/2026, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), na capital paulista. A nova agenda é calcada no atual cenário de forte crescimento das fontes renováveis e na necessidade de aprimoramentos regulatórios e adaptação da infraestrutura elétrica do País, que não acompanhou a evolução da tecnologia solar na última década.
Segundo Bárbara, neste momento do setor elétrico, o setor fotovoltaico já não se encontra onde estava quando a fonte solar começou a decolar no Brasil. “Agora, estamos diante de um paradoxo histórico. Hoje, o País já ultrapassa 68 gigawatts de capacidade instalada da fonte solar, consolidando-se como a segunda maior fonte da matriz elétrica brasileira e o sexto maior mercado solar do mundo. Esse avanço demonstra a força da tecnologia, mas também evidencia a necessidade de atualização das estruturas do sistema elétrico brasileiro”, pontua.
“Curtailment, inversão de fluxo de potência e discussões tarifárias mostram que o sistema não foi projetado para acompanhar a velocidade com que as renováveis cresceram e com que as novas tecnologias estão chegando. Mas esses não são sintomas de fracasso. São sintomas de um sucesso que chegou mais rápido do que as estruturas conseguiram acompanhar”, acrescenta Bárbara.
A executiva ressalta que a prioridade da ABSOLAR será contribuir tecnicamente para que o Brasil consiga fechar essa lacuna com planejamento, previsibilidade regulatória e diálogo institucional. Entre os principais compromissos da nova gestão está a defesa de um diálogo permanente com governos, reguladores, distribuidoras, transmissoras, reguladores, consumidores e formuladores de políticas públicas.
“Vamos conversar com todos os agentes do setor elétrico, mesmo quando o debate poderá ser mais acalorado. Mas dialogar não significa renunciar a princípios. Vamos à mesa com propostas concretas, dados técnicos e argumentos robustos”, afirma Bárbara.
Outro eixo estratégico será a construção de convergência entre os diferentes segmentos do setor elétrico brasileiro. Segundo a executiva, o avanço da transição energética exige integração entre fontes de geração, tecnologias e agentes de mercado.
“O setor elétrico brasileiro não tem mais espaço para trincheiras. As diferentes formas de geração não são adversárias, são complementares. As novas tecnologias são nossas aliadas. O setor que apresenta unidade consegue avançar mais do que o setor fragmentado”, ressalta.
A agenda da ABSOLAR também vai priorizar temas como expansão da infraestrutura de transmissão e distribuição, armazenamento de energia elétrica, hidrogênio verde, mobilidade elétrica, redes inteligentes e ampliação do acesso dos consumidores ao mercado livre de energia.
Para Bárbara, o crescimento sustentável da energia solar dependerá da combinação entre inovação tecnológica, financiamento, estabilidade regulatória e fortalecimento técnico do sistema elétrico nacional. “Velocidade sem solidez cria vulnerabilidade. Queremos um setor que cresça com estrutura técnica, acesso a financiamento, regulação previsível e tecnologia evoluindo na mesma cadência”, explica.
Segundo o vice-presidente Institucional da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, que ocupou por oito anos a presidência do colegiado, Bárbara reúne experiência técnica e capacidade institucional para liderar o novo momento da associação. “A ABSOLAR continuará trabalhando para promover um ambiente regulatório estável, estimular investimentos e apoiar o crescimento equilibrado de todo o ecossistema solar no Brasil”, destaca.
“Em nome de toda a equipe da ABSOLAR, agradeço aos conselheiros que finalizaram seus mandatos, pelo legado transformador que deixam ao setor solar, e estendo as boas-vindas aos conselheiros empossados, que nos ajudarão a construir o futuro da fonte solar no Brasil pelos próximos anos. A associação seguirá comprometida com sua missão de representar todos os elos da cadeia de valor do setor solar fotovoltaico, em áreas estratégicas como transição energética, geração distribuída, geração centralizada e novos mercados, armazenamento, cadeia produtiva, entre outras”, ressalta o CEO e cofundador da entidade, Rodrigo Sauaia.
Data: 05/05/2026
Fonte: Times Brasil
Autora: Nathalia Gimenes
O avanço da energia solar no Brasil vem ganhando espaço e reforça uma mudança importante na matriz elétrica nacional, que passa a incorporar cada vez mais fontes renováveis na sua composição, com usinas de grande porte em diversas regiões e sistemas de geração distribuída instalados em mais de 5 mil municípios.
Nesse cenário, os investimentos acumulados no setor ultrapassaram R$ 300 bilhões, somando grandes projetos e a geração própria, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).
São Paulo assume a liderança na geração distribuída
O destaque do país vai para São Paulo, que lidera o ranking nacional de geração distribuída de energia solar, especialmente na modalidade de telhados solares.
O estado consolidou sua posição ao registrar a maior potência instalada entre residências, comércios e pequenas propriedades.
Logo atrás aparecem Minas Gerais e Paraná, que também mantêm forte expansão de sistemas fotovoltaicos conectados à rede. Essa disputa mostra como a geração distribuída deixou de ser tendência e passou a integrar a estratégia energética de diferentes regiões do Brasil.
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O aumento expressivo nas pesquisas online por sistemas fotovoltaicos reflete a busca dos brasileiros por economia e maior previsibilidade financeira diante das altas tarifas de energia elétrica
Data: 05/05/2026
Fonte: Portal Energia Limpa
Autor: não identificado
O cenário de tarifas elevadas de eletricidade tem impulsionado uma mudança notável no comportamento dos consumidores brasileiros. Cada vez mais, as famílias buscam alternativas estruturais para conter o avanço dos gastos fixos, posicionando a energia solar como uma solução estratégica para mitigar o impacto das faturas mensais no orçamento doméstico.
De acordo com um levantamento recente realizado pela Bulbe, plataforma especializada em energia por assinatura, o interesse pelo setor disparou. Termos relacionados a custo de energia solar tiveram um crescimento de 52,6% no Google Brasil, enquanto buscas focadas em preços de sistemas fotovoltaicos subiram 46,2%, evidenciando a urgência dos brasileiros em encontrar alternativas ao modelo tradicional de fornecimento.
Impacto das altas temperaturas no consumo
O fenômeno de busca por fontes renováveis é intensificado pelo clima tropical do país. Durante o verão, a necessidade de manter equipamentos de refrigeração, como aparelhos de ar-condicionado e ventiladores, funcionando por longos períodos provoca um pico no consumo de energia, que pode encarecer a conta de luz em mais de 8% em muitos domicílios.
Expansão do mercado fotovoltaico no Brasil
O reflexo desse interesse digital já é visível no setor real. Dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) confirmam que o Brasil vive um momento de recordes em instalações. A popularização de tecnologias de geração distribuída tem democratizado o acesso à tecnologia, permitindo que residências e empresas utilizem o sistema de créditos de energia para abater valores da conta mensal.
Com o fortalecimento de modelos de negócio como a energia solar por assinatura, a dependência das distribuidoras tradicionais tende a diminuir. A tendência é que essa busca por independência energética e previsibilidade de gastos continue em alta, consolidando a energia renovável como o pilar central para o planejamento financeiro das famílias brasileiras nos próximos anos.
Com economia e sustentabilidade, a energia solar transforma a realidade das famílias e movimenta a economia local através de uma fonte limpa e renovável
Data: 04/05/2026
Fonte: Agência FACtuando
Autor: Maycon Pelissaro
Basta olhar para os telhados das casas, dos comércios e das propriedades rurais para notar que a paisagem está mudando. Os painéis escuros, que antes eram vistos como uma tecnologia do futuro ou um artigo de luxo, tornaram-se ferramentas essenciais de economia e sustentabilidade. A energia solar fotovoltaica deixou de ser uma promessa para se tornar uma das principais forças motoras do desenvolvimento energético e econômico.
Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e da ANEEL, atualizados até maio de 2026, o Brasil já ultrapassou a marca histórica de 4,1 milhões de sistemas fotovoltaicos instalados em telhados e pequenos terrenos. Esse avanço beneficia cerca de 21 milhões de brasileiros em mais de 7,3 milhões de unidades consumidoras, entre residências, empresas e agronegócios. Além do impacto social e sustentável, o setor consolidou-se economicamente , superando a marca de R$ 300 bilhões em investimentos acumulados no país.
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Data: 30/04/2026
Fonte: Portal Energia Limpa
Autor: não informado
O Intersolar Brasil Nordeste 2028, em sua sexta edição, reafirmou a importância estratégica da região Nordeste para o avanço da energia solar no Brasil. A abertura do evento contou com a participação de Florian Wessendorf, diretor da Solar Promotion International, que enfatizou o potencial e as oportunidades oferecidas pelo Nordeste.
Ele destacou que a região já é responsável por mais da metade da capacidade solar instalada no país e continua atraindo investimentos significativos, não apenas em energia solar e eólica, mas também em hidrogênio verde. Estados como Ceará, Bahia e Pernambuco estão na vanguarda da transformação energética global, impulsionando um novo capítulo no sistema energético brasileiro.
O Protagonismo do Nordeste na Energia Solar
Um dos painéis mais relevantes da abertura, intitulado “Panorama da Geração Solar Fotovoltaica no Brasil”, apresentou dados concretos sobre o crescimento impressionante da energia solar na região. Segundo a Absolar, o Nordeste já acumula 20,2 GW de capacidade instalada, com investimentos que ultrapassam R$ 89 bilhões. Essa expressiva participação consolida o Nordeste como o principal polo do setor no Brasil, respondendo por mais de 50% da geração solar nacional. O Ceará, em particular, destaca-se como o segundo estado com maior capacidade instalada na região, demonstrando seu papel crucial nesse cenário promissor.
Avanços e Desafios da Geração Distribuída e Armazenamento
O evento também abordou o crescimento da geração distribuída, um modelo que tem ampliado a participação dos consumidores na produção de energia e que já representa uma parcela considerável da matriz solar. No entanto, esse avanço rápido traz consigo novos desafios, como a saturação das redes de distribuição e a necessidade urgente de modernização da infraestrutura elétrica para suportar o aumento da demanda e garantir a estabilidade do sistema.
O segundo eixo central do debate girou em torno do armazenamento de energia, elemento considerado crucial para a próxima fase do setor. A adoção de baterias, especialmente quando associadas à geração solar, promete aumentar a flexibilidade do sistema elétrico, permitindo o gerenciamento de carga e geração e contribuindo significativamente para a estabilidade da rede. “O futuro da energia será cada vez mais híbrido”, ressaltou Bárbara Rubim, enfatizando a integração de diferentes fontes e tecnologias para um sistema mais robusto e confiável, capaz de lidar com as flutuações e garantir o suprimento energético.
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O Brasil possui uma das matrizes elétricas mais limpas e condições únicas para liderar a transição energética; enfraquecê-las pode comprometer uma estratégia de desenvolvimento sustentável
Data: 29/04/2026
Fonte: Estadão
Autor: Bárbara Rubim
Falar em racionalidade tarifária na energia exige transparência sobre o que está sendo colocado no prato do consumidor. É como avaliar a qualidade da alimentação olhando apenas as calorias, sem conhecer os ingredientes. Muitos consomem produtos ultraprocessados acreditando fazer uma boa escolha, simplesmente porque desconhecem o que há por trás do rótulo. Quando as informações são incompletas — ou apresentadas fora de contexto ,— a conclusão pode parecer lógica, mas se apoia em premissas frágeis.
No debate sobre os encargos do setor elétrico, algo semelhante ocorre. Para ampliar a transparência, a Aneel lançou o subsidiômetro, que apresenta os custos associados a diferentes componentes da conta de luz. Contudo, a própria agência reconheceu, na Nota Técnica SGT/Aneel nº 188/2019, limitações na metodologia utilizada para calcular os valores relacionados à geração distribuída (GD), por se tratar de estimativas. Ainda assim, alguns setores passaram a tratar esses números como diagnóstico definitivo.
Tal abordagem ignora aspectos centrais. A conta de luz é formada pela compra de energia, custos de transporte, perdas elétricas, tributos e encargos setoriais. O valor consolidado não diferencia incentivos temporários de subsídios estruturais nem apresenta visão histórica sobre quanto cada fonte recebeu ao longo das décadas. Sem isso, o debate sobre justiça energética fica comprometido e já nasce distorcido.
Os benefícios das renováveis superam amplamente os incentivos que recebem. No caso da solar — incluindo sistemas em telhados e grandes usinas —, estudos apontam que, para cada R$ 1 investido, cerca de R$ 3 retornam à sociedade na forma de empregos, arrecadação e investimentos. Somam-se ainda ganhos ambientais, como redução de emissões, menor pressão sobre recursos hídricos, mitigação do despacho termoelétrico fóssil e diminuição de perdas na rede.
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Data: 05/05/2026
Fonte: Times Brasil
Autor: Nathalia Gimenes
O avanço da energia solar no Brasil consolida uma mudança estrutural na matriz elétrica, ao mesmo tempo em que expõe os desafios de expansão do setor.
Mesmo com uma desaceleração recente, os aportes seguem robustos e refletem o interesse crescente por fontes renováveis no país, de acordo com informações da Agência Brasil.
Energia solar no Brasil: veja os estados líderes em grandes usinas
Minas Gerais lidera com folga a geração centralizada de energia solar no Brasil. Na sequência, aparecem Bahia e Piauí, que também concentram projetos de grande porte e reforçam o protagonismo regional na produção de energia fotovoltaica em escala industrial.
Estados líderes em geração centralizada
Piauí: 2,4 GW;
Minas Gerais: 8,6 GW;
Bahia: 2,9 GW.
Investimentos e avanço da energia solar
Ao mesmo tempo, o setor atingiu um marco relevante: os investimentos acumulados em energia solar já ultrapassaram R$ 300 bilhões no país. Esse volume considera tanto grandes usinas quanto sistemas de geração própria, como painéis instalados em residências e empresas.
Como resultado, a fonte solar se consolidou como a segunda maior da matriz elétrica brasileira, respondendo por 25,3% da capacidade instalada.
Além disso, o impacto econômico vai além da geração de energia. Nos últimos dez anos, o segmento criou mais de 2 milhões de empregos e gerou R$ 95,9 bilhões em arrecadação pública.
Atualmente, o Brasil conta com 68,6 GW de capacidade instalada em operação, distribuída entre projetos de grande porte e geração distribuída.
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Quem faz o setor solar crescer merece ser protagonista! Confira o depoimento da Solar Group no #SouABSOLAR e entenda a importância da valorização do integrador no mercado.
Quer contribuir para o avanço contínuo da fonte fotovoltaica? Torne-se associado da ABSOLAR! Entre em contato com nossa equipe – (11) 98943-4499 – ou acesse absolar.org.br/participe.
O Triângulo Mineiro é protagonista na geração de energia solar no estado e Uberaba tem registrado relevante crescimento no uso dessa fonte renovável.
O Coordenador Estadual da ABSOLAR em Minas Gerais, Bruno Catta Preta, participou de reportagem da TV Integração, afiliada da TV Globo, e ressaltou o importante papel que a região desempenha no mercado fotovoltaico.
Assista ao vídeo!
Imagens: g1/TV Integração


