Papel do BESS em um setor energético com excesso de oferta e sistema projetado para escassez
Fonte: Revista Potência
Data: 15/07/2026
Autor: Maria Guilhermina
O crescimento de geração de energia limpa no Brasil gera benefícios e novos desafios ao setor elétrico brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o setor já evitou a emissão de cerca de 105,9 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade e desde 2012 gerou mais de 1,9 milhão de empregos.
No entanto, a infraestrutura de distribuição da energia não acompanhou o rápido desenvolvimento da geração de energia solar, principalmente da MMGD (Microgeração e Minigeração Distribuída), gerada pelos próprios consumidores e que já representa cerca de 42,3 GW, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).
Apesar de parte desta energia ser consumida pelas residências ou empresas que possuem os sistemas fotovoltaicos, uma parcela é adicionada à matriz energética brasileira. Segundo levantamento da Absolar, o setor fotovoltaico adicionou no ano passado 10,6 GW ao sistema elétrico. A projeção da associação é que sejam adicionados os mesmos 10,6 GW em 2026. Para efeito de comparação a UHE Belo Monte, uma das principais usinas hidrelétricas do Brasil, tem capacidade instalada de 11,2 GW.
Clique e leia a matéria completa!


