Acordo Mercosul-UE cria potencial econômico de US$ 22 trilhões com foco em energia verde
A nova potência energética global: o Acordo que redefine o jogo
Fonte: Portal Energia Limpa
Data: 09/01/2026
A manchete é grandiosa, e o impacto ressoa profundamente no setor de energia limpa e renovável. A união do Mercosul com a União Europeia (UE) cristaliza a criação de uma das maiores zonas de livre comércio do planeta. Com uma base populacional que se aproxima dos 720 milhões de pessoas e um PIB de mais de US$ 22 tri, este bloco econômico tem o potencial de revolucionar as cadeias de valor globais, e o Brasil, com seu mix energético robusto, está no centro dessa transformação.
Para nós, que trabalhamos com geração de energia e sustentabilidade, o acordo é um farol de oportunidades. O PIB de mais de US$ 22 tri representa um mercado consumidor de altíssimo poder aquisitivo e, crucialmente, altamente regulado por metas ambientais rigorosas. Este é o timing perfeito para o setor elétrico brasileiro se reposicionar.
O pilar da transição energética: hidrogênio e eólica no Mercosul-UE
A Europa está em uma corrida implacável para descarbonizar sua economia. A busca por fontes de energia limpa e garantida é incessante. O Mercosul, por sua vez, é rico em recursos naturais subaproveitados para essa transição. Estamos falando, primordialmente, de energia eólica, solar e, em um futuro próximo, o Hidrogênio Verde (H2V).
A liberalização comercial simplifica a importação de equipamentos europeus de alta tecnologia para modernização de redes e aumento da eficiência, mas, principalmente, facilita a exportação de commodities energéticas verdes brasileiras. Pense no potencial do Hidrogênio Verde: se o Brasil puder estabelecer uma produção competitiva, ancorada em energia renovável abundante, ele se torna um fornecedor estratégico para a indústria europeia, que enfrenta custos de energia interna elevados.
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