Área de associados Trabalhe no setor solar

Governo prioriza sustentabilidade e inicia estudos para usina

02/05/21 | São Paulo

Reportagem publicada no Notícias SP

O Mato Grosso do Sul começou a consolidar a alocação para a estrutura de usinas fotovoltaicas movidas a energia solar que ajudarão na fonte de energia dos complexos administrativos do governo estadual. O objetivo do governador Reinaldo Azambuja é tornar a economia monetária imaginável ao Estado, utilizando força sustentável para alcançar o poder de força nos órgãos e entidades do Poder Executivo.

Por meio da Secretaria de Alianças Estratégicas (EPE), o Governo publicou nesta sexta-feira (23. 4) no Diário Oficial do Estado, o concurso público do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), que orienta o desenvolvimento de estudos técnicos demonstrando a viabilidade da implantação e operação de usinas fotovoltaicas em Mato Grosso do Sul.

“É uma visão estratégica. Nós que priorizamos a produção de energia em branco e renovável estamos contribuindo para o problema ambiental, para a sustentabilidade de Mato Grosso do Sul, do Brasil e do mundo”, disse o governador Reinaldo Azambuja.

Os objetivos desta PPP (Parceria Público-Privada) incluem a promoção da sustentabilidade, a geração de poupança monetária e retornos econômicos, o investimento em infraestrutura, o incentivo ao uso de combustíveis fósseis e, sobretudo, a eficiência energética.

Com a implantação deste projeto, o Estado adere ao exemplo e ao pioneirismo de estados como o Piau, que implementou a maior usina de energia solar do Brasil. Mato Grosso do Sul possui conjuntos de captação de força solar em larga escala que são componentes do estado. administração.

“Essa atribuição está em consonância com nossa agenda de progressão sustentável. Mato Grosso do Sul está comprometido com a ODS (Meta de Desenvolvimento Sustentável) da ONU que vai além dessa alocação de energia fotovoltaica, como PPP de águas residuais e inclusão virtual até 2021”, disse. A Secretária Especial de Alianças Estratégicas de Mato Grosso do Sul, Eliane Detoni.

Segundo estudos iniciais, em Mato Grosso do Sul, a taxa de presença de sol chega a 5. 200 wh/m2 consistente com o dia, o que é quase o dobro da radiação solar da Alemanha e de outros países europeus, demonstrando o quão maravilhoso explorar.

Em 2019, a entrada de energia elétrica de órgãos e entidades do governo estadual gira em torno de 170 milhões de quilowatts-hora (KWh).

Energia solar fotovoltaica

A captura solar fotovoltaica funciona com painéis solares que se convertem em eletricidade, a energia máxima abundante e renovável do planeta.

Com a constante emissão de gases poluentes na atmosfera, que contribuem para o efeito estufa e a destruição da camada de ozônio, o uso de recursos energéticos em branco e renováveis tem um padrão de dever para com o meio ambiente e o planeta.

“Com a implantação desse projeto, o Estado será um exemplo de desenvolvimento sustentável. Promover o uso de energia em branco e renovável é uma linha estratégica do Estado”, disse Eliane.

Segundo Eliane, vários estudos sugerem que o Brasil tem uma grande perspectiva no uso desse tipo de energia. “O Brasil tem uma capacidade e perspectiva enorme para aproveitar esse recurso. Mato Grosso do Sul é uma das regiões, principalmente estados, com o sol mais alto tem efeito no país”, explicou o secretário.

Energia limpa

Produzida a partir de fontes renováveis, encontrada na natureza, a energia branca não libera gases destrutivos no meio ambiente e sua produção tem pouco efeito sobre os ecossistemas, como a energia fotovoltaica.

Essa energia pode ser gerada mesmo em dias nublados ou chuvosos, porém, quanto maior a quantidade de radiação solar, maior a geração de energia. Esta fórmula é usada há mais de 30 anos.

Ilumine o Pantanal

Aliando a progressão ambiental e a preservação, o governador Reinaldo Azambuja, juntamente com a Energisa, apresentou outra ambiciosa tarefa que ampliará o acesso à energia elétrica de recursos remotos no Pantanal para áreas remotas, energia fotovoltaica.

O projeto, que vem se chama Iluminação Pantanal, levará eletricidade a mais 5. 000 pessoas que vivem em áreas remotas do bioma que não têm o serviço ultimamente.

A partir de julho, o máximo dos conjuntos de admissão atendidos terá microsistemas individuais instalados para produção solar fotovoltaica e garagem de energia excessiva em baterias, tudo gratuito para o consumidor.

Um total de 2. 167 conjuntos de clientes ganharão vantagens com a transferência até 2022, representando cerca de 5. 000 habitantes, espalhados por um domínio de 90. 000 km2, nos municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladio, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda.

Os interessados no edital podem acessá-lo no link “PMI 01/2021” ou no site da Secretaria de Gestão Estratégica (EPE).